Feeds:
Artigos
Comentários

 Angelina Jolie’s visit to Dadaab in north-east Kenya puts a spotlight on the overcrowded camp complex, home to tens of thousands of refugees.

When UNHCR Goodwill Ambassador Angelina Jolie visited Dadaab in north-east Kenya on September 12, 2009, she saw first-hand some of the tough conditions that tens of thousands of refugees must live in. The overcrowded three-camp complex is home to more than 285,000 mainly Somali refugees, making it the largest refugee settlement in the world. The camps were established in the early 1990s and were intended for a maximum of 90,000 people. Up to 7,000 people are now arriving every month to escape continuing conflict in Somalia. Jolie talked to residents about their daily life and their exile. These images show her meetings with the refugees of Dadaab and show some of the conditions they live in. Aside from overcrowding, they face water shortages, crammed classrooms, health problems, the coming rainy season and a range of other difficulties. UNHCR hopes new land will be allocated soon for the new arrivals.

 

Acaba de ser publicada a versão em português da HQ “Tales from the Public Domain: BOUND BY LAW?”, cuja versão original, de autoria dos professores James Boyle, Jennifer Jenkins e Keith Aoki, foi publicada em 2006 pelo Centro de Estudos sobre o Domínio Público da Duke University.

“Sagas do Domínio Público: Prisioneira da Lei” pode ser baixada em http://www.law.duke.edu/cspd/pdf/Prisioneira_da_lei.pdf (.pdf, português de Portugal).

As obras (tanto a original quanto a derivada) usam a licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela Mesma Licença. Para que seja publicada comercialmente, há que se pedir autorização aos autores originais, nos moldes do direito autoral tradicional — trâmite que poderia ser evitado no caso de opção dos autores por uma licença CC mais livre, como a Creative Commons Atribuição.

Prêmio de Racismo

Um chamado para bombardear “selvagens” com napalm ganha prêmio de racismo

A organização de direitos humanos Survival International outorgou o prêmio ao artigo mais racista publicado em um meio de comunicação prioritário no ano passado a uma noticia que insinua que os indígenas peruanos deveriam ser bombardeados com napalm.

O artigo, que foi publicado no jornal nacional El Correo, se refere aos indígenas como pessoas “selvagens”, “paleolíticas” e “primitivas”; diz que suas línguas não têm mais do que oitenta vocábulos e declara que, nos protestos vividos recentemente em grande parte da Amazônia peruana, os indígenas foram manipulados pelo “excremento comunista”.

“Para aqueles que ainda consideram estas `etnias’ como grupos humanos de pessoas `boas’, `ingênuas’ e `cândidas’, lhes recordo que foram estas as que aperfeiçoaram a arte de reduzir as cabeças de seus inimigos e levá-las nos cintos de pele que seguravam seus tapa-sexo (…) Em todo caso, se os `nativos’ não fizeram o mesmo com os 25 policiais que assassinaram e comeram seus restos, foi somente por falta de tempo.”

O artigo também ataca três congressistas indígenas, ridicularizando seus nomes e referindo-se a eles como “três vedetes do esgoto parlamentar”. Sua resposta ao protesto indígena contra a exploração de seus recursos naturais em sua terra é: “Vão todos à m…!”. A penúltima frase é: “Não sei o que espera Alan [García, Presidente do Peru] que não aciona a sua FAP [Força Aérea Peruana] com todo o napalm necessário.

O prêmio ao “artigo mais racista do ano” é parte da campanha de Survival “Racismo na Mídia”, que tem como objetivo questionar as descrições racistas de povos indígenas nos meios de comunicação de todo o mundo. O ganhador recebe um certificado inscrito com uma citação do autor lakota sioux Luther Standing Bear (Urso de Pé): “Tantos anos chamando o indígena de selvagem não o converteram em um”.

“Racismo na Mídia” conta com o apoio de importantes jornalistas, tais como Lorenzo Milá, Rosa Montero, Carmen Sarmiento, Rosa María Calaf, John Simpson, correspondente de assuntos internacionais da BBC, George Monbiot, John Vidal e os autores de best-sellers Tim Butcher e Simon Garfield.

Fontes internas de Survival expressaram hoje: “Este artigo é uma leitura deprimente para quem pensa que os periódicos deveriam educar e informar os seus leitores. Esperamos que a publicidade que este prêmio receberá faça com que o jornal pense duas vezes antes de publicar tal lixo ofensivo de novo”.

Leia esta notícia online: http://www.survival.es/noticias/4901

Homofobia no Iraque

BAIXE o Relatório aqui

A Human Rights Watch denuncia assassinatos a gays no Iraque de forma cruel e truculenta.

IRAQUE – A Human Rights Watch – ONG que trabalha em defesa dos direitos humanos – divulgou nesta segunda, 17, relatório que denuncia a pratica cruel e truculenta de assassinatos a gays iraquianos por milícias ultraconservadoras.

Os gays são mortos, mutilados e jogados em várias cidades iraquianas, numa ação coordenada, diz a ONG. Segundo a Human Rights Watch, a ação criminosa ocorre desde 2004 e já vitimou centenas de gays.

A denúncia diz que, junto com a polícia iraquiana, o grupo xiita Exército do Mehdi é acusado pelas atrocidades. Além da perseguição do grupo xiita, a ONG diz que os gays são vitimados também pelos seus familiares em nome da honra da família.

As atrocidades começam com a invasão das residências pelos algozes, que, mascarados, retiram as vítimas à força. Dias depois, os corpos são encontrados em lixões, apresentando sinais de tortura, palavras de ordem escritas com canivete nos corpos mutilados.

Apoio do governo – “Ouvimos histórias, confirmadas por médicos, de homens que tiveram cola aplicada em seu ânus e depois foram obrigados a tomar laxantes, o que leva a uma morte muito dolorosa”, conta Rasha Mumneh, um dos autores do relatório. O relatório – intitulado Querem nos Exterminar – conta ainda que seguranças do governo apoiam a ação dos criminosos.

Além do governo, a própria população heterossexual e religiosa é convidada a denunciar os homossexuais. O grupo de criminosos espalharam cartazes na Cidade Sadr, bairro de maioria xiita da capital Bagdá, ordenado que denunciem e dêem os endereços dos homossexuais do local. Além de Bagdá, as cidades de Kirkuk, Najaf e Basra têm casos de assassinatos a gays nas mesmas condições.

Alarmante – O relatório totaliza 90 homossexuais assassinados desde janeiro deste ano, numa média de dez crimes por mês. Outros homossexuais estão desaparecidos e não entram na lista dos mortos. Muitos deles fugiram para países vizinhos, nos quais a perseguição a gays é menos dura.

Por sua vez, a polícia iraquiana diz que a investigação se torna difícil porque as famílias das vítimas não denunciam os crimes. Segundo o major general Abdul-Karim Khalaf, contar que tem um parente gay é pior do que falar sobre o próprio crime. “Assim é nossa sociedade”, disse o major.

(por Redação MundoMais)

Chicken a la Carte

BRASÍLIA (com informações de Genebra) — Segundo relatos, autoridades iranianas disseram aos familiares das sete lideranças bahá’ís que encontram-se detidas na prisão de Evin em Teerã que seu julgamento foi adiado. Não foi-lhes informada uma nova data.

Mantidos presos há mais de um ano, os sete deveriam ter sido julgados no sábado passado, apesar de esta informação também basear-se em informações orais das autoridades, cujos relatos frequentemente mostraram-se não-confiáveis no passado.

Os sete foram presos no outono de 2008 e encontram-se detidos há mais de um ano sem nenhuma acusação formal ou acesso a seus advogados. Relatos oficiais de noticiosos iranianos declararam que os bahá’ís serão acusados de “espionagem para Israel, insulto a santidades religiosas e propaganda contra a República Islâmica”.

Os sete são: Sra. Fariba Kamalabadi, Sr. Jamaloddin Khanjani, Sr. Afif Naeimi, Sr. Saeid Rezaie, Sra. Mahvash Sabet, Sr. Behrouz Tavakkoli e Sr. Vahid Tizfahm. Todos foram presos em 14 de maio de 2008 em suas casas em Teerã, à exceção da Sra Sabet, que fora presa em 5 de março 2008 durante uma viagem a Mashhad.

A Comunidade Internacional Bahá’í afirmou repetidamente que os sete estão sendo mantidos presos exculsivamente com base em suas crenças religiosas, exigindo sua imediata libertação.

Tais apelos para a libertação dos sete foram ecoados por governos e grupos de direitos humanos por todo o mundo. Na sexta-feira (10), a Anistia Internacional emitiu um comunicado de imprensa no qual demandava que as autoridades iranianas libertassem os sete. Na quinta-feira (9), a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos, respondendo a uma carta de Roxana Saberi (a jornalista irano-americana que passou quase quatro meses em uma cela de prisão iraniana, também exigiu a libertação dos sete. Também na quinta-feira, Angelika Beerin, membro do Parlamento Europeu, em nome da delegação parlamentar para o Irã, clamou pela libertação dos sete, ou que, no mínimo, um possível julgamento fosse livre, justo e aberto.

No Brasil, nesta mesma data o Deputado Federal Luiz Couto (PB) fez um pronunciamento em que exigiu a libertação dos sete; e o Senado Federal emitiu um voto de censura ao Irã e de solidariedade aos bahá’ís, fazendo forte menção ao caso das sete lideranças. O voto foi sugerido pelos Senadores Cristóvam Buarque (DF) e Eduardo Azeredo (MG), presidentes, respectivamente, das comissões de Direitos Humanos e de Relações Exteriores.

Para ler o artigo original (em inglês), acesse http://news.bahai.org/story/723.
Para conhecer os perfis das sete lideranças bahá’ís presas em Teerã, acesse http://news.bahai.org/story/695 (em inglês).

A Rainha do Folk, colocou no You Tube no último dia 25 de Junho uma antiga canção de protesto dos direitos civis:  “We shall Overcome” (” Nós Iremos Superar) em dedicação aos oprimidos no Irã, inclusive canta parte da musica em Farsi.

We shall overcome,
We shall overcome,
We shall overcome, some day.

Oh, deep in my heart,
I do believe
We shall overcome, some day.

We’ll walk hand in hand,
We’ll walk hand in hand,
We’ll walk hand in hand, some day.

Oh, deep in my heart,

We shall live in peace,
We shall live in peace,
We shall live in peace, some day.

Oh, deep in my heart,

We shall all be free,
We shall all be free,
We shall all be free, some day.

Oh, deep in my heart,

We are not afraid,
We are not afraid,
We are not afraid, TODAY

Oh, deep in my heart,

We shall overcome,
We shall overcome,
We shall overcome, some day.

Oh, deep in my heart,
I do believe
We shall overcome, some day.